domingo, 27 de dezembro de 2015

Viagem à Ilhabela (julho/2015)

Fizemos a viagem à Ilhabela entre os dias 07 a 09 de julho de 2015, mas só agora acabei sentando para escrever sobre ela. Mesmo atrasada, a cidade fantástica, merece.

A viagem à Ilhabela estava programada para abril de 2015, mas meu digníssimo ficou seriamente doente e tivemos que mudar a data.
Fiz a reserva da pousada Isla Bonita (www.islabonita.com.br) pelo site do Decolar (é a segunda vez que utilizamos o site, da primeira fomos para Belém. Nas duas vezes, tudo foi correu perfeitamente). Apesar de ser uma promoção sem devolução, expliquei a situação ao pessoal da pousada que prontamente aceitou a troca da reserva, sem problemas.
Como Ilhabela é um destino muito procurado no verão, pensei numa data em que a cidade estivesse mais vazia, assim, facilitaria a troca da data e não prejudicaria a pousada. Por isso, acabei escolhendo julho. Nós estaríamos de férias, é mais frio e eu tinha esperanças que meu querido já estivesse reestabelecido (o que, graças a Deus, se confirmou). Trocamos para os dias 7, 8 e 9 de julho, terça a quinta.
No entanto, quando chegou a semana da viagem, assistindo ao jornal local, descobrimos que nessa semana iria acontecer o Ilhabela Sailing Week (http://www.ilhabelasw.com.br/2015/), a semana da vela, com competições e shows gratuitos, e para melhorar, o show de quarta, dia 08, seria da minha banda preferida, o Biquíni Cavadão! Foi perfeito!

A viagem foi tranquila, visto que estávamos fora da temporada. Pegamos a balsa e em pouco tempo estávamos em Ilhabela. Eu não conhecia e fiquei maravilhada!!! A cidade é linda demais! 

Vista da Balsa.

Mas depois de horas dirigindo e sem parar para o almoço, precisávamos comer. Rodamos um pouco pela cidade e paramos no restaurante Pimenta de Cheiro (Avenida São João, 84, Perequê – www.pimentadecheiroilhabela.com.br). Comida deliciosa, (comemos uma caldeirada de frutos do mar), ótimo atendimento e lindo visual da praia.

Vista do restaurante Pimenta de Cheiro

Caldeirada de Frutos do Mar.


Alimentados, fomos para a pousada, na praia do Julião. A pousada Isla Bonita é excelente! O lugar é lindo, o quarto com vista para o mar ainda mais. Todos na pousada foram ótimos e o café também muito bom. Enfim, quando voltarmos a cidade, com certeza, voltaremos a mesma pousada.

Vista do nosso quarto na Pousada Isla Bonita.

Descanso, banho, fomos para a praça de eventos a noite onde vimos o show de uma cantora local, Helena Serena. O show foi bem bacana, mas com poucas pessoas. Comemos um sanduiche, que não vale a menção e andamos pela orla, numa noite bem gostosa.
A cidade, fora de temporada, mais vazia, propicia para longas caminhadas curtindo a noite, a brisa do mar. Sim, é muito romântico.



No dia seguinte, fomos conhecer as praias. Apesar de ser julho, o tempo estava muito bom. O Sol gostoso, propiciou um dia de passeio bacana, assim como lindas fotos. Andamos pela cidade, fomos a várias praias, e eu estava ansiosa pelo show do Biquíni Cavadão mais a noite. Paramos para almoçar no restaurante Manjericão (http://www.manjericaoilhabela.com.br/). Um lugar delicioso em meio a um grande jardim. 

Começou a chover um pouco, mas mesmo assim, continuamos o nosso passeio.


Fim de tarde, voltamos para a pousada. Banho, descanso e show do Biquíni!!! Como sempre, o show deles foi maravilhoso! Curtimos muito, dançamos, junto a um grande público. Quando o show acabou, bem em frente a área de shows, ficamos na Borrachudo Sanduicheria (http://www.borrachudo.com.br/). Delicioso!!! Hambúrgueres de salmão, siri, avestruz entre outros, entre comuns e exóticos. Ficamos no mezanino, o que nos proporcionou uma bela vista para o mar. E, além disso, pudemos ver os integrantes do Biquíni Cavadão ir embora. Foi, realmente, uma noite maravilhosa: a companhia, o show, a comida, o lugar, tudo perfeito.

Foto do site do Borrachudo Sanduicheria.

No dia seguinte, hora de ir embora. Mas com o dia lindo, paramos na frente da Ilha das Cabras para umas fotos e acabamos dando um pequeno passeio de bote ao redor da Ilha. Queríamos mergulhar, mas como já estávamos indo embora, acabamos deixando para outro dia.



Resumo: Ilhabela é linda! Fiquei realmente encantada com o lugar, com a natureza, com a comida! Voltaria lá com facilidade. Tanto para uma estadia mais longa quanto para poucos dias como o que fizemos, não deixe de ir ou de revisitar essa linda cidade.



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A empatia que  nos cerca


Meu carro está vazando óleo. Hoje, resolvi abrir mão das oficinas genéricas e fui na autorizada. Bacana e tals, tudo muito organizado. Trinta minutos depois, vem o orçamento de quase 2 mil reais. Eu devo ter ficado com uma cara tão assustada, que a moça até me ofereceu água! Porque, claro, muitos outros problemas apareceram e uma das peças que precisa ser trocada custa quase R$ 800,00.
Saí de lá meio passada, pensando que, obviamente, iria passar numa oficina genérica para ver se conseguia um preço melhor. Mas, naquele momento, tudo que eu queria era não pensar sobre isso. Então, fui pro shopping. Não faz sentido não é? Bom, explico. Precisava comprar e mandar gravar a plaquinha de identidade do Severino (nosso dog) que a dele se perdeu quando ele e o Nacho (dog que resgatamos, cuidamos e doamos a uma amiga) ainda passavam os dias brincando juntos. Aproveitar para bater perna sem compromisso, para não pensar por um tempo no problema do carro, (uma fuga inocente e com tempo contado), bem cedo, sem lotação e com ar condicionado. Fui no quiosque que vende objetos de aço e o rapaz do balcão, um fofo, me atendeu super bem, foi todo simpático,  e ficamos ali de papo enquanto a peça ficava pronta. Falamos sobre animais, sobre respeito a vida e quando a peça ficou pronta (e linda), nos despedimos com um abraço, um “fica com Deus e boa semana”. Assim, um estranho. Mas já aconteceu isso contigo? Você conhece alguém, assim, um atendente de loja, um amigo de um amigo e de repente, sentes uma super empatia por aquela pessoa estranha. Nada de atração sexual não, uma atração de carinho, de cuidado, como se vocês dois fossem velhos conhecidos. Um sentimento de conforto, de conhecimento naquela presença, a princípio, estranha.
Já conheci várias pessoas assim na minha vida. E não nos tornamos grandes amigos, não era preciso. Mas sempre que nos encontramos, nos abraçamos com carinho, com sorrisos sinceros e um “como você tá?” com verdadeiro interesse. E quando fico sabendo que algo aconteceu com essa pessoa, fico realmente feliz quando é positivo e torço de longe pelo novo emprego, o casamento, a gravidez, desejando que tudo seja absolutamente maravilhoso pra ela. E se por acaso, forem novidades ruins, fico triste, e também torço, rezo, para que tudo passe logo e se resolva da melhor maneira possível.
Acredito que a maioria das pessoas já passou por isso. Já aconteceu contigo?
Será que tem algo a ver com vidas passadas? Ou simplesmente nosso coração, nossa alma, sente que aquela pessoa é boa e pronto e, por isso, se aproxima?
Não sei dizer como ou por que, mas acontece. E quer saber, eu adoro quando acontece! Nem sei se é recíproco, mas não importa. Porque é sempre bom sentir o coração cheio de alegria, de carinho e de amor ao próximo, mesmo que ele seja um desconhecido, como aconteceu hoje comigo. Aquele rapaz fez meu dia melhorar e eu me sentir melhor e, por isso, só tenho a agradecer a empatia, a gentileza e a generosidade dele.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Nossa Viagem a Tiradentes e São João Del Rei – 07 a 10 de janeiro de 2015.

Colocamos o pé na estrada as 08h50 do dia 07, rumo a Tiradentes. Escolhemos para a ida o caminho a partir de Cachoeira Paulista. Mais rápido e mais tranquilo por um lado, por outro, se tiver algum problema no carro vai esperar muito por ajuda.

Imagem google maps.


Um pouco de história... Tiradentes foi fundada em 1702 como Arraial Velho de Santo Antônio da Ponta do Morro. A grande quantidade de ouro encontrada lá a elevou a categoria de Vila em 1718 e passou a se chamar de São José Del Rei. Só em 1889, recebeu o nome de Tiradentes, em homenagem ao seu filho, um dos líderes da Inconfidência Mineira. Tem cerca de 8 mil habitantes, está a 892 m de altitude e tem cerca de pouco mais de 83 mil km².
Chegamos por volta das 16h, pois tivemos alguns problemas no carro e foi preciso parar em Cruzilha. Paramos para perguntar sobre a rua da pousada que havíamos reservado pelo Booking.com, pois o mapa das atrações turísticas que eu havia impresso, não ajudava. Informação conseguida, seguimos o caminho.
Escolhemos a Pousada Boa Vista. A escolha foi feita baseada, principalmente, no valor, que foi de R$ 420,00 por 3 diárias com café da manhã em quarto para casal. As donas da pousada, a Cleide e a Juliana, mais a recepcionista (que me fugiu o nome agora, me perdoe), foram super simpáticas, sempre se oferecendo para qualquer dúvida ou problema.

Foto do site booking.com

O quarto, simples, mas bonito. O banheiro também simples, cortina no lugar do box, mas tudo super limpo. Um probleminha foi a pia, muito baixa, inclusive para os meus 1,70, imagina então, para o meu namorado que tem quase 1,90?
A piscina estava longe de ser a das fotos, com água cristalina e entorno cuidado. A água estava embaçada, cercada de roupas no varal para todos os lados. Mas isso é detalhe, você fica batendo perna o dia todo, acaba não usando anyway, apesar do calor, mas achei que valia a menção. O café  da manhã também bacana, tudo fresco e gostoso. A noite, era servido um caldinho que não chegamos a provar, pois preferimos sair e curtir os bares da cidade histórica.
A única real desvantagem da pousada é a distância do centro histórico: pouco menos de 2 km, mas em subida. A pousada Boa Vista fica na estrada que vai para o Distrito de Bichinho, reduto de artesãos e onde fica um dos restaurantes mais badalados (e que infelizmente não conseguimos ir), o Tempero da Ângela. Ao mesmo tempo, era super tranquilo e tinha uma belíssima vista. Não é o fim do mundo ter que usar o carro para ir ao centro histórico todos os dias, existem pousadas até bem mais distantes do que a que escolhemos, mas não usar o carro, fazer tudo a pé teria sido menos cansativo.

Vista da Pousada Boa Vista

Vista da Sacada do Quarto na Pousada Boa Vista

Bom, chegando na pousada, deixamos as malas e saímos para dar uma volta e almoçar, pois não paramos no meio do caminho. Na verdade, um almojanta.
Como estávamos morrendo de fome, não ficamos procurando muito. Entramos no primeiro restaurante aberto. Escolhemos o Barouk Chopp Beer Café, no Largo das Forras. Pedimos um filé mignon com molho de gorgonzola que estava delicioso! Além disso, a cerveja geladíssima e o atendimento gentil fizeram ainda mais a nossa alegria. Caminhamos um pouco e voltamos para a pousada.

Foto site tripadvisor.

Cerveja Mineira Bäcker - Muito boa!

Banho, troca de quarto (o chuveiro estava queimado), mas sem drama, tudo tranquilo e com a gentileza da Juliana. Um banho revigorante (calor fenomenal, beirando os 35⁰ C!) e um cochilo. Por volta das 21h, fomos para o Largo das Forras (cercada de pousadas, restaurantes e lojas de artesanato, é o "ponto quente" de Tiradentes). Queríamos um restaurante de comida mineira, mas na quarta-feira, a maioria fechou por volta das 19-21h. Então, decidimos por um boteco, o Bar Conto de Réis. Barzinho mineiro simples, onde fomos atendidos pela própria dona, a Beth. Pedimos uma gelada e uma porção de costelinha (di-vi-na) e depois, pastel de angu (maravilhoso também!). Mais uma caminhadinha e voltamos a pousada.

Largo das Forras

Foto site tripadvisor

08 de janeiro
Acordamos, café e centro histórico! Conseguimos um mapa da cidade na pousas, o que é imprescindível para se aventurar. Primeiro fomos comprar as passagens para o trem Maria fumaça que vai de Tiradentes a São João Del Rei. Só ida custa R$ 40,00, ida e volta R$ 56,00 (ida as 13h e volta as 15h). Quando chegamos lá fomos abordados pelo Joel, um guia turístico que nos ofereceu um passeio: compraríamos a ida 40 reais e ele estaria nos esperando em São João Del Rei, numa van com ar condicionado para uma visita monitorada a diversos pontos turísticos, a uma fábrica de estanho e o retorno a Tiradentes por volta das 16h, O passeio ficou R$ 30,00 por pessoa. Pensamos e aceitamos.
De volta ao centro histórico resolvemos, por causa do calor e do Sol intensos, ir de carro aos pontos mais distantes e depois andar a pé pela parte baixa.
Primeiro começamos pela Igreja de Santo Antônio de Mojica. Chegando lá, estava fechada e só abriria por volta das 15h. Mas o Seu José, o responsável, pelo cuidado da minúscula igrejinha, acabou deixando a gente entrar. Por fora, ela está mal cuidada, mas por dentro esta super conservada. Batemos um papo com o Seu Zé ainda, que contou um pouco dele, da Serra de São José (um maravilhoso paredão de rocha que cerca uma parte de Tiradentes e que é de tirar o fôlego de tão linda).
Santo Antônio de Mojica

Continuamos e fomos até a Igreja das Mercês, mas também estava fechada. Dali, subimos um morro e fomos até a Igreja São Francisco de Paula, também fechada, mas que nos permitiu ter uma bela visão da cidade histórica, além de um encontro não esperado, com um pequeno sagui!

Igreja das Mercês

Igreja de São Francisco de Paula


O Sagui

Dali, fomos até o Chafariz São José, de 1749. Mas ele está em péssimo estado de conservação. Contrastando com a maioria da cidade, muito bem preservada.

Chafariz São José

Depois fomos até as Igrejas Matriz de Santo Antônio e de Nossa Senhora dos Rosários dos Pretos. Todas lindíssimas, bem conservadas, no autêntico estilo barroco.

Igreja Matriz de Santo Antônio

Igreja Nossa Senhora dos Rosários dos Pretos

Passamos ainda pela antiga cadeia, Câmara Municipal, Museu da Liturgia. Mas além dos pontos históricos, a cidade em si é belíssima. Andar por aquelas ruas de pedra, construídas por mãos de escravos, imaginar a vida colonial, o período áureo da mineração.

Museu da Liturgia

Cansados e com fome (aí já eram quase 16h), seguimos a indicação da amiga Débora Ricci e fomos ao Restaurante Bar do Celso, também no Largo das Forras. Uma portinha, bem simples, mas com uma comida deliciosa e bem acessível (Feijão Tropeiro para duas pessoas por R$ 47,00). O atendimento não foi muito simpático, mas não tínhamos pressa, a cerveja estava geladíssima e a comida valeu a pena.


Restaurante Bar do Celso - foto site conexão jornalismo.


Feijão Tropeiro do Restaurante Bar do Celso.


Voltamos a Pousada e seguimos o ritual de ontem: banho, descanso e voltamos a noite para o centro histórico. Mas desta vez, optamos por algo mais light, fomos numa doceria, chamada O Rocambole. Generosos pedaços de rocambole de doce de leite com maracujá, chocolate, castanhas, limão, amora... entre outros sabores (R$ 10,00). Além disso, haviam vários outros doces, salgados, cafés, sucos e etc. Muito gostoso! Mais um passeio a pé pela cidade, aliás, pairava um clima de tranquilidade. Embora não tenha visto policiais circulando, todos andavam com calma, com suas máquinas fotográficas, bolsas, celulares, de maneira causal. Conservamos com umas senhoras e seus cachorros fofos (deu mais saudade do Severino), namoramos no Largo, passamos na frente de um velório...  Voltamos pra pousada para descansar, já que no dia seguinte, iríamos para São João Del Rei.
Doceria O Rocambole - foto site badulaquemais.com


 Rocambole de doce de leite com amora

Rocambole de doce de leite com maracujá


09 de janeiro
O trem só partia as 13h00, mas o Joel avisou para chegarmos cedo e sentarmos nos vagões finais para melhorar ver a paisagem (o que ele tinha toda a razão. Mesmo assim, como Tiradentes já estava conhecida, acordamos mais tarde, tomamos café, voltamos para o quarto e descansamos. Saímos da pousada por volta do 12h15 e foi um timing perfeito. A plataforma já estava cheia, tanto de pessoas que só queriam fotografar o trem, como daqueles que, como nós, iriam viajar.

Maria Fumaça


No trajeto para São João Del Rei

Sentamos no penúltimo vagão, mas os quase 300 lugares já estavam ocupados minutos antes das 13h. Os bancos apertados para duas pessoas, mas se dá um jeito. A viagem foi gostosa e, confesso, que é emocionante andar num trem com tanta história. Chegando em São João, o Joel estava nos esperando e nos encaminhou a van que, em minutos, também estava cheia. Começamos o nosso passeio e aconselho, foi ótimo! Fomos ao Cemitério do Carmo, o único cemitério antigo coberto do país, depois a Igreja Nossa Senhora do Carmo, ao Pelourinho, a Igreja de Nossa Senhora das Mercês, a Catedral de Nossa Senhora do Pilar, passamos pelo Solar dos Neves, antiga moradia do presidente Tancredo Neves, a Igreja do Rosário, a Igreja de São Francisco de Assis e o cemitério atrás da igreja onde estão enterrados o presidente Tancredo Neves e sua esposa, o chafariz da legalidade, a ponte da cadeia. Alguns passamos só pela frente, mas paramos e visitamos a maioria. Legal é o Joel, nosso guia, que ia explicando tudo, inclusive algumas expressões populares, como “lavar a égua”, que surgiu pois muitos tentavam contrabandear ouro, escondendo entre a sela e o animal, e quando tiravam o fruto do crime, diziam que a pessoa “lavou a égua”, ou seja, obteve alguma riqueza, ganhou algo, entre outras coisas. Também narrou fatos históricos de forma simples, para que todos pudessem entender. Por último, a visita à fábrica de estanho, que é bem bacana, mas muito aquém das nossas possibilidades. Não dá para pagar uma caneca de cerveja por 300 reais, rs. Mas é legal ver a fabricação de qualquer forma.

Cemitério do Carmo

Igreja Nossa Senhora do Carmo

Pelourinho

Igreja Nossa Senhora das Mercês

Catedral Nossa Senhora do Pilar

Igreja de São Francisco de Assis

Túmulo do Presidente Tancredo Neves, no cemitério da Igreja de São Francisco de Assis


Voltamos para Tiradentes pouco depois das 16h. O passeio valeu o preço cobrado, foi divertido e instrutivo. Não teríamos conseguido fazer nem um terço, sozinhos e com menos tempo para pegar o trem de volta as 15h. Então, aconselho você a escolher um dos vários serviços oferecidos. Nós gostamos bastante do Joel (32) 9964-2122, mas existem outras opções.
Voltando a Tiradentes, para variar, com fome, fomos procurar algum restaurante que servisse almoço no fim da tarde. Encontramos o Dona Xica, também no Largo das Forras (sim, tudo acontece lá, rs). Simples e muito aconchegante, descobrimos que era o seu primeiro dia aberto! A inauguração oficial seria no sábado, mas já estavam funcionando. Pedimos de entrada costelinha com mel (de comer rezando de tão deliciosa), e de prato principal, um tutu à mineira que também estava ótimo.

Tutu a mineira do Dona Xica

Dali, voltamos ao O Rocambole para a sobremesa e quando vimos já eram quase 19h. Estávamos exaustos, mas felizes com a viagem e com tudo o que vimos. Fizemos mais uma caminhada pelas ruas do centro histórico e voltamos para a pousada para arrumar as malas e descansar, para a volta para casa no dia seguinte.
Coisa engraçada em Tiradentes: vimos muitos restaurantes italianos. Mas gente, nós fomos a Minas Gerais para comer comida mineira,"uai"!
Compras: para não dizer que não compramos nada, trouxemos doce de leite. Assim, em Tiradentes se você tropeçar ou cai dentro de uma pousada ou dentro de uma loja de artesanato e móveis de madeira de demolição. É tudo muito lindo, mas caro. Além disso, é praticamente tudo igual de uma loja para outra, mesmo estilo, desenhos, estampas. O estilo casa de fazenda não combina com a nossa casa, então, não rolou. Mas eu queria trazer algo, pois gosto de trazer a famosa "lembrancinha" para expor e sempre nos lembrar da viagem, mas desta vez, eu vou é imprimir uma foto mesmo.

Pelas ruas de Tiradentes I

Pelas ruas de Tiradentes II

Vista da Cidade da Igreja de São Francisco de Paula

Vale muito ir. Mas a não ser que você vá fazer turismo ecológico, como as trilhas a pé, de bike entre outras opções, dá para conhecer bem o centro histórico de Tiradentes em um dia, um dia e meio no máximo. Mas melhor é caminhar com calma pelas ruas e apreciar a beleza arquitetônica e histórica. São João Del Rey também leva esse tempo. E não se pode esquecer da comida, que, para nós, é sempre um ponto muito, se não o mais importante. Esqueça a dieta e prove os quitutes mineiros, com tranquilidade, uma cerveja gelada e/ou uma cachacinha. Não irá se arrepender.